O ano de 2014 começou com chave de ouro, pois participei do Salão do Livro da Serra Catarinense. O evento foi fantástico!! A Fundação Cultural de Lages em parceria com a Secretaria de Educação, Prefeitura Municipal de Lages e a Câmara Catarinense do Livro deram um show. Lages está muito bem servida de contadores de histórias. A criançada apareceu em peso nas apresentações e nos encheram de energia. Muito obrigado a todos. Nos vemos na próxima edição! Abraços carinhosos para minhas novas amigas contadoras de histórias: Elen Padilha, Ivone Balzan, Fabiola Bairros, Patrícia Melo e Sonia Regina Simão (foto).
Entrevista:
domingo, 20 de julho de 2014
terça-feira, 29 de outubro de 2013
IV FEIRA DO LIVRO BINACIONAL
Entre os dias 24 e 27 de outubro tive o prazer de participar da IV Feira do Livro Binacional que aconteceu no Parque Internacional, na divisa entre as cidades de Santana do Livramento, no Brasil e Rivera no Uruguai. Foram mais de 3 mil crianças brasileiras e uruguaias ouvindo histórias e interagindo com a literatura. Amei conhecer a fronteira da paz. Realmente me emocionei ao ouvir o exército brasileiro e o exército uruguaio juntos, tocando os hinos nacionais. Um verdadeiro exemplo de como devemos viver... em PAZ! Volto pra casa feliz, renovado e super beijado. Pra quem não sabe, aqui todos se cumprimentam com dois a três beijos. Lindo né?! Bem, posto aqui alguns momentos especiais... abraços a todos da fronteira!!
Ah, e obrigado Sandra Remedy (SESC Santana do Livramento) por oportunizar minha ida a Livramento. Deixo aqui também, meu obrigado a todas as monitoras que não me deixaram faltar nada. E beijos a Simone Cuello, Jacqueline Vieira, Luana Silva, Taynara Machado, Carol de Castro e Jéssica Motta. Beijos e abraços também a Carol Ayres e Denise Severo (SESC), Maria Luiza Machado Pereira e a Lu Cancela Nunes. Até a próxima...
terça-feira, 15 de outubro de 2013
¿Já, Jé, Ji, jó, Jonas!?
No dia 12 de outubro me apresentei (mais uma vez) em dos espaços mais tradicionais da avenida paulista, a Casa Das Rosas. Estreei "Já, Jé, Ji, Jó, Jonas!?", contação de histórias inspiradas nas obras do meu grande amigo escritor, Jonas Ribeiro. No final, Jonas presenteou o público com seu livros e com seu carisma incomparável. Saiba mais sobre este escritor que é considerado o amigo das palavras, clicando: http://www.jonasescritor.com.br/
Feira do Livro de Criciúma
Participei de 1 a 11 de outubro da Feira do Livro de Criciúma. Estive todos os dias contando histórias e assistindo diversas apresentações culturais. Uma delas me chamou muito atenção. Chama-se "Cirandela"!! Eu fiquei encantado com a delicadeza da voz da Priscila Schaucoski, impressionado com a sensibilidade musical de Bruno Andrade e embasbacado com a presença cênica da contadora de histórias Géssica Bortolotto. Vale a pena conferir essa galera de Criciúma que faz muito adulto voltar a ser criança. Pra saber mais sobre Cirandela, acesse: https://www.facebook.com/cirandela.canta
Bate-Papo com Heloísa Prieto e homenagem a Tatiana Belinky - CASA DAS ROSAS (SP)
Em véspera da semana das crianças tive um encontro com a grande escritora Heloísa Prieto na Casa das Rosas em São Paulo. Batemos um papo sobre diversos assuntos, mas focamos na amizade que Heloísa tinha com Tatiana Belinky. A proposta seria bate-papo e depois contação de histórias, mas nada melhor que improvisar e contar as histórias de Tatiana Belinky, em meio a conversa, risadas e poesia. Essa foi nossa reverência a uma das maiores escritoras infanto-juvenis contemporânea que o Brasil teve.
Contando e conscientizando para o trânsito!!
Foi com grande prazer que aceitei o convite da escritora, Irene Rios para contar histórias de seu livro. Confesso que no começo fiquei um pouco preocupado. A proposta seria conscientizar crianças sobre a educação no trânsito contando histórias. Meu desafio seria tornar a apresentação lúdica, agradável e com gostinho de quero mais. Baseado na obra "Transitando com Segurança" de Irene Rios, escolhi três histórias e as adaptei para narrativa. A primeira histórias fala sobre o um garoto chamado Diego, que não respeita filas, lugares preferenciais, etc... quer sempre ser o primeiro em tudo!! Já a segunda história, conta sobre uma garotinha que quer sentar a todo custo no banco da frente do carro de seu pai. E a outra, fala sobre uma moça que vive sempre ocupada, correndo de um lado para o outro e não se preocupa com sua segurança no trânsito.
Irene Rios e eu nos dividimos. Eu contava histórias em uma instituição e ela palestrava em outra. Ao final, foram centenas de crianças, jovens e adultos beneficiados com tal iniciativa. Iniciativa esta que deve ser copiada em todas as cidades do Brasil. Agradeço em especial a Secretaria de Trânsito de Novo Horizonte (SP), a Secretaria de Trânsito de Caçapava e também a Secretaria de Trânsito de Suzano.
Agradecimentos também ao grande ilustrador e cartunista uruguaio, Samuel Araújo.
Irene Rios: Mestranda em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Presidente da Câmara Catarinense do Livro; Professora universitária das disciplinas de Projetos em Educação para o Trânsito; Consultora e co-autora do projeto "Gincana Cultural de Trânsito", vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012.
Irene Rios e eu nos dividimos. Eu contava histórias em uma instituição e ela palestrava em outra. Ao final, foram centenas de crianças, jovens e adultos beneficiados com tal iniciativa. Iniciativa esta que deve ser copiada em todas as cidades do Brasil. Agradeço em especial a Secretaria de Trânsito de Novo Horizonte (SP), a Secretaria de Trânsito de Caçapava e também a Secretaria de Trânsito de Suzano.
Agradecimentos também ao grande ilustrador e cartunista uruguaio, Samuel Araújo.
Irene Rios: Mestranda em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Presidente da Câmara Catarinense do Livro; Professora universitária das disciplinas de Projetos em Educação para o Trânsito; Consultora e co-autora do projeto "Gincana Cultural de Trânsito", vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
A Árvore dos Desejos - Conto Indiano
Conta uma velha lenda que, certa vez um homem estava
viajando e acidentalmente, sentou-se embaixo de uma dessas Árvores dos Desejos.
Sem nada saber sobre isso e dominado pelo cansaço, o homem pegou no sono, à
sombra de sua frondosa copa. Quando despertou estava com muita fome, e então
disse: - Estou com tanta fome! Ah, como eu desejaria conseguir alguma comida
agora! E imediatamente apareceu um prato de comida à sua frente, vinda do nada,
simplesmente uma deliciosa comida, flutuando no ar.
Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde viera
a comida. Começou a comê-la assim que a viu. Somente depois que sua fome foi
saciada é que voltou a olhar ao redor. Outro pensamento surgiu em sua mente: -
Se ao menos eu conseguisse algo para beber... Imediatamente apareceram
excelentes sucos e vinhos. Bebendo e relaxando na brisa fresca, sob a sombra da
árvore, o homem começou a pensar: - O que está acontecendo? O que está havendo?
Estou sonhando ou existem espíritos ao meu redor que estão fazendo truques
comigo?
E diversos espíritos apareceram. O homem começou a tremer e
novamente um pensamento surgiu em sua mente: - Serão esses espíritos
perigosos?... Logo os espíritos se tornaram nauseantes, ferozes e começaram a
fazer gestos ameaçadores para ele. Ai, meu Deus! Agora certamente eles vão me
matar! E assim aconteceu...
terça-feira, 16 de julho de 2013
"Histórias de Nasrudin"
Saiba sobre mulá clicando aqui.
A dois dedos do afogamento:
Alguns amigos convidaram Nasrudin para um piquenique. O bom humor imperava, e o almoço sobre a relva foi dos mais perfeitos. Mas a animação do grupo foi interrompida por um incidente que fez todo mundo correr em direção a um rio próximo.
Um desconhecido tinha escorregado e estava dentro da água, profunda e lodosa naquele ponto. De todos os lados correram em seu socorro.
– Dê sua mão! Dê sua mão! – gritavam-lhe.
Nenhuma reação da parte do infeliz, que não sabia nadar e tudo que fazia era engolir água.
Estava a dois dedos de afogar-se quando Mulla apareceu. Reconheceu o sujeito assim que o viu.
– Afastem-se todos e deixem comigo! – gritou, dirigindo-se à multidão.
Estendeu a mão direita para o homem que se debatia e lhe disse:
– Pegue minha mão!
Num rápido impulso, o desconhecido agarrou-se à mão estendida de Mulla, que o tirou do rio.
Nesse meio tempo, os curiosos tinham-se aglomerado e perguntavam em voz alta:
– Explique-nos, Mulla! Por que ele não nos-deu a mão, mas agarrou a sua imediatamente?
– É muito simples – respondeu Nasrudin. – Eu o conheço há muito tempo: é um sujeito de uma avareza sórdida. Então vocês não sabem que os avarentos costumam tomar, e não dar? Foi por isso que não lhe pedi que me desse a mão, mas que pegasse a minha.
A dois dedos do afogamento:
Alguns amigos convidaram Nasrudin para um piquenique. O bom humor imperava, e o almoço sobre a relva foi dos mais perfeitos. Mas a animação do grupo foi interrompida por um incidente que fez todo mundo correr em direção a um rio próximo.
Um desconhecido tinha escorregado e estava dentro da água, profunda e lodosa naquele ponto. De todos os lados correram em seu socorro.
– Dê sua mão! Dê sua mão! – gritavam-lhe.
Nenhuma reação da parte do infeliz, que não sabia nadar e tudo que fazia era engolir água.
Estava a dois dedos de afogar-se quando Mulla apareceu. Reconheceu o sujeito assim que o viu.
– Afastem-se todos e deixem comigo! – gritou, dirigindo-se à multidão.
Estendeu a mão direita para o homem que se debatia e lhe disse:
– Pegue minha mão!
Num rápido impulso, o desconhecido agarrou-se à mão estendida de Mulla, que o tirou do rio.
Nesse meio tempo, os curiosos tinham-se aglomerado e perguntavam em voz alta:
– Explique-nos, Mulla! Por que ele não nos-deu a mão, mas agarrou a sua imediatamente?
– É muito simples – respondeu Nasrudin. – Eu o conheço há muito tempo: é um sujeito de uma avareza sórdida. Então vocês não sabem que os avarentos costumam tomar, e não dar? Foi por isso que não lhe pedi que me desse a mão, mas que pegasse a minha.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Com Daniel Munduruku na 7ª Feira do Livro de Jaraguá do Sul.
Escritor indígena com 43 livros publicados, graduado em Filosofia, tem licenciatura em História e Psicologia.Doutor em Educação pela USP. Atualmente
faz pós-doutorado em Literatura na Universidade Federal de São Carlos -
UFSCar - sob a orientação da Profa. Dra. Maria Silva Cintra.
Pesquisador da CAPES. Diretor presidente do Instituto UKA - Casa dos Saberes Ancestrais.
Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República desde 2008.
Membro Fundador da Academia de Letras de Lorena.
Recebeu
diversos prêmios no Brasil e Exterior entre eles o Prêmio Jabuti,
Prêmio da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Érico Vanucci Mendes
(outorgado pelo CNPq); Prêmio Tolerância (outorgado pela UNESCO).
Muitos de seus livros receberam o selo Altamente Recomendável outorgado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). fonte: www.danielmunduruku.blogspot.com.br
quarta-feira, 26 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
HORA DA HISTÓRIA (CONTO JAPONÊS)
O SENHOR PALHA
Era uma vez,
há muitos e muitos anos, é claro, porque as melhores histórias passam-se sempre
há muitos e muitos anos, um homem chamado Senhor Palha. Ele não tinha casa, nem
mulher, nem filhos. Para dizer a verdade, só tinha a roupa do corpo. Ora o
Senhor Palha não tinha sorte. Era tão pobre que mal tinha para comer e era
magrinho como um fiapo de palha. Era por esse motivo que as pessoas lhe
chamavam Senhor Palha.
Todos os
dias o Senhor Palha ia ao templo pedir à Deusa da Fortuna que melhorasse a sua
sorte, mas nada acontecia. Até que um dia, ele ouviu uma voz sussurrar:
— A primeira
coisa em que tocares quando saíres do templo há de trazer-te uma grande
fortuna.
O Senhor
Palha apanhou um susto. Esfregou os olhos, olhou em volta, mas viu que estava
bem acordado e que o templo estava vazio. Mesmo assim, saiu a pensar: “Terei
sonhado ou foi a Deusa da Fortuna que falou comigo?” Na dúvida, correu para
fora do templo, ao encontro da sorte. Mas, na pressa, o pobre Senhor Palha
tropeçou nos degraus e foi rolando aos trambolhões até o final da escada, onde
caiu por terra. Ao levantar-se, ajeitou as roupas e percebeu que tinha alguma
coisa na mão. Era um fio de palha.
“Bom”,
pensou ele, “uma palha não vale nada, mas, se a Deusa da Fortuna
quis que eu a apanhasse, é melhor guardá-la.”
E lá foi
ele, com a palha na mão.
Pouco
depois, apareceu uma libélula zumbindo em volta da cabeça dele. Tentou
afastá-la, mas não adiantou. A libélula zumbia loucamente ao redor da cabeça
dele. “Muito bem”, pensou ele. “Se não queres ir embora, fica comigo.” Apanhou
a libélula e amarrou-lhe o fio de palha à cauda. Ficou a parecer um pequeno
papagaio (de papel), e ele continuou a descer a rua com a libélula presa à
palha. Encontrou a seguir uma florista, que ia a caminho do mercado com o filho
pequenino, para vender as suas flores. Vinham de muito longe. O menino estava
cansado, coberto de suor, e a poeira fazia-o chorar. Mas quando viu a libélula
a zumbir amarrada ao fio de palha, o seu pequeno rosto animou-se.
— Mãe,
dás-me uma libélula? — pediu. — Por favor!
“Bem”,
pensou o Senhor Palha, “a Deusa da Fortuna disse-me que a palha traria sorte.
Mas este garotinho está tão cansado, tão suado, que pode ficar mais feliz com
um pequeno presente.” E deu ao menino a libélula presa à palha.
— É muita
bondade sua — disse a florista. — Não tenho nada para lhe dar em troca além de
uma rosa. Aceita?
O Senhor
Palha agradeceu e continuou o seu caminho, levando a rosa. Andou mais um pouco
e viu um jovem sentado num tronco de árvore, segurando a cabeça entre as mãos.
Parecia tão infeliz que o Senhor Palha lhe perguntou o que havia acontecido.
— Hoje à
noite, vou pedir a minha namorada em casamento — queixou-se o rapaz. — Mas sou
tão pobre que não tenho nada para lhe oferecer.
— Bem, eu
também sou pobre — disse o Senhor Palha. — Não tenho nada de valor, mas se
quiser dar-lhe esta rosa, é sua.
O rosto do
rapaz abriu-se num sorriso ao ver a esplêndida rosa.
— Fique com
estas três laranjas, por favor — disse o jovem. — É só o que posso dar-lhe em
troca.
O Senhor Palha
continuou a andar, levando três suculentas laranjas. Em seguida, encontrou um
vendedor ambulante puxando uma pequena carroça.
— Pode
ajudar-me? — disse o vendedor ambulante, exausto. — Tenho puxado esta carroça
durante todo o dia e estou com tanta sede que acho que vou desmaiar. Preciso de
um gole de água.
— Acho que
não há nenhum poço por aqui — disse o Senhor Palha. — Mas, se quiser, pode
chupar estas três laranjas.
O vendedor
ambulante ficou tão grato que pegou num rolo da mais fina seda que havia na
carroça e deu-o ao Senhor Palha, dizendo:
— O senhor é
muito bondoso. Por favor, aceite esta seda em troca.
E, uma vez
mais, o Senhor Palha continuou o seu caminho, com o rolo de seda debaixo do
braço.
Não tinha
dado dez passos quando viu passar uma princesa numa carruagem. Tinha um olhar
preocupado, mas a sua expressão alegrou-se ao ver o Senhor Palha.
— Onde
arranjou essa seda? — gritou ela. — É justamente
aquilo de que estou à procura. Hoje é o aniversário de meu pai e quero dar-lhe
um quimono real.
— Bem, já
que é aniversário dele, tenho prazer em oferecer-lhe a seda — disse o Senhor
Palha.
A princesa
mal podia acreditar em tamanha sorte.
— O senhor é
muito generoso — disse sorrindo. — Por favor, aceite esta jóia em troca.
A carruagem
afastou-se, deixando o Senhor Palha com uma jóia de inestimável valor
refulgindo à luz do sol.
“Muito bem”,
pensou ele, “comecei com um fio de palha que não valia nada e agora tenho uma
jóia. Sinto-me contente.”
Levou a jóia
ao mercado, vendeu-a e, com o dinheiro, comprou uma plantação de arroz.
Trabalhou muito, arou, semeou, colheu, e a cada ano a plantação produzia mais
arroz. Em pouco tempo, o Senhor Palha ficou rico.
Mas a
riqueza não o modificou. Oferecia sempre arroz aos que tinham fome e ajudava
todos os que o procuravam. Diziam que sua sorte tinha começado com um fio de
palha, mas quem sabe se não terá sido com a sua generosidade?
William J.
Bennett
O Livro das
Virtudes II – O Compasso Moral
Rio de
Janeiro, Nova Fronteira, 1996
segunda-feira, 13 de maio de 2013
"Os Fantásticos Livros Voadores do Sr. Morris Lessmore"
Inspirado pelo furacão Katrina, Buster Keaton, O Mágico de Oz, e um amor pelos livros, "Morris Lessmore" é uma pungente e humorística alegoria sobre os poderes curativos das histórias.Usando uma variedade de técnicas (miniaturas, animação por computador, animação 2D) o premiado autor / ilustrador William Joyce e o co-diretor Brandon Oldenburg apresentam uma nova experiência narrativa que remonta a filmes mudos e musicais da MGM Technicolor. "Morris Lessmore" é antiquado e inovador ao mesmo tempo.
Jonas Ribeiro
Começo a partir de agora a postar entrevistas dos escritores que mais gosto. E claro, começarei com Jonas Ribeiro que é o meu preferido. Tenho certeza que vão ama-lo. Abraços suaves a todos!!
Hora da História: João Sem Sorte
Vivia perto de uma aldeia um homem, um homem que era
completamente sem sorte. Nada do que ele fazia dava certo. Muitas vezes ele
plantava sementes e o vento vinha e as levava, outras vezes, era a chuva, que
vinha tão violenta e carregava as sementes. Outras vezes ainda, as sementes
permaneciam sob a terra, mas o sol, era tão quente, que as cozinhava.
6ª Feira Literária de Florianópolis
Terminou a 6ª Feira Literária de Florianópolis e já estou com saudades. Foi uma experiência maravilhosa. Muitas histórias, novas oportunidades e novos amigos. Obrigado a Câmara Catarinense do Livro por acreditar no meu trabalho. Agradecimentos especias a Rosângela Cassia Leszkiewicz, Irene Rios(presidente da CCL) e José Vilmar. Obrigado também ao Daniel Rossi (sonorização), a todos os expositores e livreiros e claro a todo público presente. Valeu pessoal e até a próxima! Segue fotos do evento.
![]() |
| Contação de histórias com trilha sonora "Mais Alto" da Kronix Trio - https://twitter.com/kronix_oficial/status/333359498846695424/photo/1 |
| Abrindo a mala dos contos. |
| Contos, cantos e choros. Parceria com a Banda La Chorona. |
![]() |
| Até a próximaaaaaa!! |
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