Entrevista:

terça-feira, 15 de outubro de 2013

¿Já, Jé, Ji, jó, Jonas!?

No dia 12 de outubro me apresentei (mais uma vez) em dos espaços mais tradicionais da avenida paulista, a Casa Das Rosas. Estreei "Já, Jé, Ji, Jó, Jonas!?", contação de histórias inspiradas nas obras do meu grande amigo escritor, Jonas Ribeiro. No final, Jonas presenteou o público com seu livros e com seu carisma incomparável. Saiba mais sobre este escritor que é considerado o amigo das palavras, clicando: http://www.jonasescritor.com.br/












Feira do Livro de Criciúma

Participei de 1 a 11 de outubro da Feira do Livro de Criciúma. Estive todos os dias contando histórias e assistindo diversas apresentações culturais. Uma delas me chamou muito atenção. Chama-se "Cirandela"!! Eu fiquei encantado com a delicadeza da voz da Priscila Schaucoski, impressionado com a sensibilidade musical de Bruno Andrade e embasbacado com a presença cênica da contadora de histórias Géssica Bortolotto. Vale a pena conferir essa galera de Criciúma que faz muito adulto voltar a ser criança. Pra saber mais sobre Cirandela, acesse: https://www.facebook.com/cirandela.canta



Bate-Papo com Heloísa Prieto e homenagem a Tatiana Belinky - CASA DAS ROSAS (SP)

 Em véspera da semana das crianças tive um encontro com a grande escritora Heloísa Prieto na Casa das Rosas em São Paulo. Batemos um papo sobre diversos assuntos, mas focamos na amizade que Heloísa tinha com Tatiana Belinky. A proposta seria bate-papo e depois contação de histórias, mas nada melhor que improvisar e contar as histórias de Tatiana Belinky, em meio a conversa, risadas e poesia. Essa foi nossa reverência a uma das maiores escritoras infanto-juvenis contemporânea que o Brasil teve.




Contando e conscientizando para o trânsito!!

Foi com grande prazer que aceitei o convite da escritora, Irene Rios para contar histórias de seu livro. Confesso que no começo fiquei um pouco preocupado. A proposta seria conscientizar crianças sobre a educação no trânsito contando histórias. Meu desafio seria tornar a apresentação lúdica, agradável e com gostinho de quero mais. Baseado na obra "Transitando com Segurança" de Irene Rios, escolhi três histórias e as adaptei para narrativa. A primeira histórias fala sobre o um garoto chamado Diego, que não respeita filas, lugares preferenciais, etc... quer sempre ser o primeiro em tudo!! Já a segunda história, conta sobre uma garotinha que quer sentar a todo custo no banco da frente do carro de seu pai. E a outra, fala sobre uma moça que vive sempre ocupada, correndo de um lado para o outro e não se preocupa com sua segurança no trânsito.

Irene Rios e eu nos dividimos. Eu contava histórias em uma instituição e ela palestrava em outra. Ao final, foram centenas de crianças, jovens e adultos beneficiados com tal iniciativa. Iniciativa esta que deve ser copiada em todas as cidades do Brasil. Agradeço em especial a Secretaria de Trânsito de Novo Horizonte (SP), a Secretaria de Trânsito de Caçapava e também a Secretaria de Trânsito de Suzano.

Agradecimentos também ao grande ilustrador e cartunista uruguaio, Samuel Araújo.

Irene Rios: Mestranda em Educação; Especialista em Ambiente, Gestão e Segurança de Trânsito e em Metodologia de Ensino; Presidente da Câmara Catarinense do Livro; Professora universitária das disciplinas de Projetos em Educação para o Trânsito; Consultora e co-autora do projeto "Gincana Cultural de Trânsito", vencedor do XII Prêmio Denatran de Educação no Trânsito - 2012.



















quarta-feira, 24 de julho de 2013

Entrelinhas com o escritor Ilan Brenman.


A Árvore dos Desejos - Conto Indiano

Conta uma velha lenda que, certa vez um homem estava viajando e acidentalmente, sentou-se embaixo de uma dessas Árvores dos Desejos. Sem nada saber sobre isso e dominado pelo cansaço, o homem pegou no sono, à sombra de sua frondosa copa. Quando despertou estava com muita fome, e então disse: - Estou com tanta fome! Ah, como eu desejaria conseguir alguma comida agora! E imediatamente apareceu um prato de comida à sua frente, vinda do nada, simplesmente uma deliciosa comida, flutuando no ar.
Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde viera a comida. Começou a comê-la assim que a viu. Somente depois que sua fome foi saciada é que voltou a olhar ao redor. Outro pensamento surgiu em sua mente: - Se ao menos eu conseguisse algo para beber... Imediatamente apareceram excelentes sucos e vinhos. Bebendo e relaxando na brisa fresca, sob a sombra da árvore, o homem começou a pensar: - O que está acontecendo? O que está havendo? Estou sonhando ou existem espíritos ao meu redor que estão fazendo truques comigo?
E diversos espíritos apareceram. O homem começou a tremer e novamente um pensamento surgiu em sua mente: - Serão esses espíritos perigosos?... Logo os espíritos se tornaram nauseantes, ferozes e começaram a fazer gestos ameaçadores para ele. Ai, meu Deus! Agora certamente eles vão me matar! E assim aconteceu...


terça-feira, 16 de julho de 2013

"Histórias de Nasrudin"

Saiba sobre mulá clicando aqui.

A dois dedos do afogamento:

Alguns amigos convidaram Nasrudin para um piquenique. O bom humor imperava, e o almoço sobre a relva foi dos mais perfeitos. Mas a animação do grupo foi interrompida por um incidente que fez todo mundo correr em direção a um rio próximo.

Um desconhecido tinha escorregado e estava dentro da água, profunda e lodosa naquele ponto. De todos os lados correram em seu socorro.

– Dê sua mão! Dê sua mão! – gritavam-lhe.

Nenhuma reação da parte do infeliz, que não sabia nadar e tudo que fazia era engolir água.

Estava a dois dedos de afogar-se quando Mulla apareceu. Reconheceu o sujeito assim que o viu.

– Afastem-se todos e deixem comigo! – gritou, dirigindo-se à multidão.

Estendeu a mão direita para o homem que se debatia e lhe disse:

– Pegue minha mão!

Num rápido impulso, o desconhecido agarrou-se à mão estendida de Mulla, que o tirou do rio.
Nesse meio tempo, os curiosos tinham-se aglomerado e perguntavam em voz alta:

– Explique-nos, Mulla! Por que ele não nos-deu a mão, mas agarrou a sua imediatamente?

– É muito simples – respondeu Nasrudin. – Eu o conheço há muito tempo: é um sujeito de uma avareza sórdida. Então vocês não sabem que os avarentos costumam tomar, e não dar? Foi por isso que não lhe pedi que me desse a mão, mas que pegasse a minha.